A vida pode ser uma bolha. Eu sabia. Ou um cristal bem polido, com aquela luz amarelada invadindo brechas de escuridão. Eu vi. Mas é quebradiça. Tremi. Espatifei no chão e pisei nos caquinhos, não todos. Há de se ter calma. Cada rasgão em um dorso.
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O 'produto' é inexpressável.
A faca ainda está na mão.
Goteja, vermelho coagulando no chão.
O tom é febril.
E as marcas são do mesmo tom do batom.
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Onde estou?
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