29 de jan. de 2014

Medo.


O tempo espaça as dores. Ventos da vida adulta chegam como furacões, distraem a mente do alvoroço, umidificam o interior.
Talvez  a vida adulta seja uma piada ilustrativa para a frustração de perceber-se indo.
A sombra do finito dentro desse infinito sempre me assombrou. Inclusive, acho que sou facilmente amedrontada, dentro ou fora de contexto. Realidades triviais multiplicam-se, não sei se é possível prender o grito.


3 comentários:

Anônimo disse...

Mas é mesmo assim... a subjetividade intrínseca a você e a mim e a pouquíssimas pessoas soltas por aí é uma via de mão dupla... é prazerosa e perigosa, calmante e frustante...lindo e tenebroso, o que o torna ainda mais lindo eu sei... o que importa no entanto é entender que não se entende definitivamente e permanentemente quando se é assim, subjetiva ao extremo, mas vamos aproveitando o vento no rosto e o gosto de cada palavra, cada suspiro, cada olhar, ouvindo o silencio enquanto ele deixar e sorrir quando cairmos tontas de tanto rodopiar...




gusti tanto e muito do texto hehe



p.s. gosto tanto de tu...






Jazz

She. disse...

também gosto tanto de tu..


jazzz.
;*

gim disse...

não é possível pra quem anda além da loucura terrestre.