16 de nov. de 2013

Conversa e batida.

Noite na sala:

Um amontoado de queridos e o assovio do vento preguiçoso numa madrugada de sexta/sábado só podem embalar boas vibes, falando nisso, sempre achei essa palavra muito curiosa: vibe. rs
A dona da coisa toda (ela) se acomodou ao meu lado e rabisca um papelão envelhecido com um piloto preto quase sem tinta, uma 'coisa' gira pelas mãos da roda espalhando aquele gostinho sereno, gostaria de aguçar a sensibilidade ao ponto de enxergar auras, sim acredito em aura, de alguma forma a troca fluída de energias peculiares é perceptível, seria esse um fundamento da afinidade e talvez até uma das estruturas do amor/relação.
Tudo corre bem, afinal o contínuo é sempre válido, essa aglomeração prazerosa de íntimos companheiros reaviva meu gosto pela troca, o contato corpo, sorrisos e deslizes escrachados sem piedade. Amigos, que bela forma de turbinar a alegria e satirizar as desgraças.
Bem...
- Nesse momento o silêncio reina e a indicação lógica dela é;  'tá passando uma procissão de anjos', nessa hora atirei um riso delicado. O dilema real da noite basicamente resume-se a dificuldade inesperada e absurda de pedir uma pizza após as 23:30hrs e o ensaio quase infindável da promessa esperançosa de homem e sua saga, o que incitou uma torcida para que o cavalheiro encontre forças pra tomar seu banho. rs
São nesses assuntos banais que dormem os significados, e principalmente o gosto. Nada como emaranhar os fios e linhas de raciocínio e perceber que o assunto fluiu de higiene pessoal para uma disputa de diâmetros cranianos em questão de segundos.

Feriado, e ela acabou de chegar com um pote de batida.
- Agora estão brincando de adedonha com cana e na lapada.
.
.
.
Vou viver.

2 comentários:

AninhaSimplicio disse...

Vixe que queria adentrar nessa sala de queridos, entre uma batida e outra amenizada pela água que arde.

Ela. disse...

Ah.. que delícia de post.

:**