No breu não se conta tempo, a letargia cospe imagens de labirintos fedidos por onde costumava perambular sempre indolente e histérica. Por hora, concentro-me apenas em erguer uma tocha e espantar a praga de sempre...
Que não se espalhe.
Que erre a raiz.
Poupe.

4 comentários:
http://valsandonosilencio.blogspot.com.br/2013/11/03112013.html
To you...
De verdade é o meu preferido
http://www.umamoreumamochila.blogspot.com.br/2009/03/blog-post.html
Saudades dessa Tay...
Ah, a gente cresce... e aqui fora.. ou cresce, ou morre, ou perde o fio de sanidade que resta (va). HAIUHIUA
Mas guardo minhas delicias interiores bem trancadinhas adentro, esse é o segredo e essa é a dificuldade... Se pudesse escolher... voltaria no tempo, mas só pra viver tudo de novo. Respirar dói, pensar arde, mas a mistura dos dias e as variações de sensações... serão sempre deliciosas.
:)
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