31 de out. de 2013

Mandinga.


No breu não se conta tempo, a letargia cospe imagens de labirintos fedidos por onde costumava perambular sempre indolente e histérica. Por hora, concentro-me apenas em erguer uma tocha e espantar a praga de sempre...

Que não se espalhe.

Que erre a raiz. 

Poupe. 

4 comentários:

Anônimo disse...

http://valsandonosilencio.blogspot.com.br/2013/11/03112013.html

To you...

De verdade é o meu preferido

Anônimo disse...

http://www.umamoreumamochila.blogspot.com.br/2009/03/blog-post.html

Saudades dessa Tay...

Anônimo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
She. disse...

Ah, a gente cresce... e aqui fora.. ou cresce, ou morre, ou perde o fio de sanidade que resta (va). HAIUHIUA
Mas guardo minhas delicias interiores bem trancadinhas adentro, esse é o segredo e essa é a dificuldade... Se pudesse escolher... voltaria no tempo, mas só pra viver tudo de novo. Respirar dói, pensar arde, mas a mistura dos dias e as variações de sensações... serão sempre deliciosas.

:)