3 de dez. de 2013

Licença.

Escrevo relatos caóticos entrelaçados a defeitos mentais.
Descrevo deslizes temperamentais e distúrbios dilacerantes.
Tento (até a exaustão) bordar uma imagem palpável dos retalhos que mastigo quando me atrevo a engolir o todo. 
Desfaço-me escarrando conceitos. Desprezo  regras e imposições, nem o formal importa tanto aqui, desde que a sentença seja franca. 
Cada palavra veraz se ergue por impulso próprio, essa é a regra.
Acontece que minha coleção é sortida e as 'naturalmente pululantes' são amoladas em lástimas.
Confesso que já engoli textos inteiros pelo receio de ler meu impensável, ou antes, pela aflição de racionalizar o pensamento cru e tornar minha desgraça plausível. 
Ainda assim.... 
Sempre que posso transbordo aqui.
Por amor, que seja.
Pela sandice, um tanto inventada.
Em saudade, falta dramática
Coberta, esperando graça.

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