16 de jul. de 2013

Perspectiva pueril.


Em uma sacada perturbada a futilidade existencial parece doce e leve, claro que as verdades se resumem a poeira fina e  grandes questões dissipam-se no tempo oco, a vida se faz frívola. 
Mas de algo deve valer o descaso, importar-se cria calo e a sensibilidade que aflora nesse nosso tempo é sempre dolorida. 

Será que o nirvana é fundamentalmente inalcançável?! Existe purificação pela amargura?!
Que a vida se estenda e faça frio. Corram da ansiedade, durem em paz. 

Um comentário:

Anônimo disse...

estava aqui... lembrando o dia que você me ligou no meio de uma noite de sexta, de sima da laje da tua casa, eufórica como sempre, me perguntando: Jazz, como é o nome daquela música que diz "Quem inventou o amor...."
Depois de uns segundos respondi: Antes das seis.
Você disse a alguem que tava do teu lado: Eu sabia que ela sabia...
Desde então não consigo ouvi-la sem lembrar de ti garota...
O que eu faço pra remover vc de mim? Tem algum modo de des-tatuar vc da minha mente...

Sinto sua falta...

"Quem inventou o amor?
Me explica por favor
Quem inventou o amor?
Me explica por favor
Vem e me diz o que aconteceu
Faz de conta que passou
Quem inventou o amor?
Me explica por favor
Daqui vejo seu descanso
Perto do seu travesseiro
Depois quero ver se acerto
Dos dois quem acorda primeiro
Quem inventou o amor?
Me explica por favor
Quem inventou o amor?
Me explica por favor
Quem inventou o amor?
Me explica por favor
Quem inventou o amor?
Me explica por favor
Enquanto a vida vai e vem
Você procura achar alguém
Que um dia possa lhe dizer
-Quero ficar só com você
Quem inventou o amor?"

Jazz