7 de mai. de 2013

Bailar Perpétuo. - 3.8 -

Quando o baile começou nossos pés arrastavam migalhas de hesitação. Não era pavor, ou desespero, só a agitação natural a intensidade dessa coreografia recém nascida.

Não houve problema com sincronia, ou ritmo, penso que nossos laços  deram um nó logo cedo.

Tivemos tango, frevo, valsa e samba, giramos contentes aos rodopios e piruetas. Conto inúmeras gargalhadas memoráveis e o sabor dos risos peculiares, cenas naturalmente eternas. 
Hoje, creio que ensaiamos um balanço sereno e marcado por um só passo. 
Experimentamos a doce calmaria que aflora na 'caixinha' onde plantamos nosso puro e malicioso deleite.
Sei que nesse musical infindável nossas canções nunca dormem e você é o meu extraordinário mimo, agradeço ao tempo por isso.  

Um comentário:

Ela. disse...



' Experimentamos a doce calmaria que aflora na 'caixinha' onde plantamos nosso puro e malicioso deleite. Sei que nesse musical infindável nossas canções nunca dormem e você é o meu extraordinário mimo, agradeço ao tempo por isso.'



Faz o que, quando as palavras fogem!?
Só amo.