Não existe “juízo
coletivo” nessa esfera egoísta! Sinto que os plurais parecem lorotas, de
tão relativos. Portanto entendo que: A humanidade foi; o mundo era, e eu
preciso ser mais, por mim. (we all
need)
Não digo isso
com grande amargura, não sinto desalento, ou melancolia. Falo conformada, e
engulo as verdades finais como remédio imediato. Talvez alguma (outra) revolta
fosse benéfica, quem sabe desenvolver um desejo inebriante de afrontar, ou
simplesmente regar a disposição para rever as probabilidades do futuro
(póstumo) e tecer alguma escapatória concreta, porém isso não me parece muito
sensato.

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