28 de abr. de 2012

Duas.

Eu tenho um par de alma gentil, olhos intimidadores e a intensidade necessária para se iluminar nesse mundo breu.
Temos aquela "coesão" desejada, algo como uma cola, o grampo das almas. Sei que costurei minha vida as tuas vontades, me espalhei nas cinzas e virei parte do perfume nos lençóis escuros.

Alguma parte disso tudo é (por razão) eterna.
Eu vivo o romantismo, dentro dos devaneios do mundo o amor é o mais doce.

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