15 de dez. de 2010

16:10h


“Devagar!”, eu dizia sempre, falava comigo, imaginava uma cena mística, ou escrevia enquanto o mundo girava..

Cresci estranha, se fosse uma árvore centenária estaria até hoje rodeada dos pássaros mais esquisitos e incompreendidos. É! Já fui incompreendida, hoje acho que criei minha forma caseira de descrever as coisas, como uma compreensão particular do mundo, entende? 

Mas ainda assim sangro meu pequeno e conturbado passado todos os dias..
Afinal ..algumas coisas continuam sem sentido, detalhes que precisam ser polidos noite após noite.

É chato, claro#
Mas é nobre, acreditem!

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